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Doação de sangue: Mitos e verdades sobre a importância de doar sangue

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Doar sangue não ajuda somente pessoas que necessitam de transfusão, mas também traz uma série de benefícios para o cidadão.
Por isso, é importante conhecer a verdade sobre esse procedimento e, principalmente, o que é necessário para se tornar um doador.

Doar sangue pode salvar vidas, mas ainda existem muitos mitos sobre esse ato voluntário (Foto: Reprodução)

A doação de sangue é um ato que pode salvar vidas. No entanto, ainda existem muitos mitos sobre esse procedimento.

Doar sangue não ajuda somente pessoas que necessitam de transfusão, mas também traz uma série de benefícios para o cidadão.

Por isso, é importante conhecer a verdade sobre esse procedimento e, principalmente, o que é necessário para se tornar um doador.

Confira essa e outras informações em nosso guia completo sobre a doação de sangue.

Por que a doação de sangue é tão importante?

Apesar das campanhas anuais propostas pelo Governo Federal e entidades públicas, a doação de sangue ainda não acontece com a frequência necessária.

Por isso, no dia 25 de novembro é comemorado o dia nacional do doador de sangue.

A data foi instituída para incentivar a doação de sangue em todo o país. Inclusive, os centros de saúde facilitam esse ato durante o mês de novembro.

Esse dia foi escolhido por conta da necessidade de transfusões no fim do ano, por conta das festas de Natal, Ano Novo e Carnaval.

O processo de doação voluntária de sangue é voltado inteiramente para a hemoterapia de pessoas que necessitam desse procedimento.

Por exemplo:

  • Acidentes;
  • Cirurgias;
  • Doenças hematológicas, como câncer;
  • Procedimentos médicos.

Dessa forma, milhares de pessoas, todos os anos, são beneficiadas com a doação de sangue.

As transfusões podem salvar vidas, e garantem a sobrevivência dos órgãos e a manutenção do oxigênio.

Entre essas e outras funções, a doação de sangue se torna de extrema importância. Principalmente porque os bancos de reserva não possuem estoque suficiente para atender toda a demanda.

Dados sobre doação de sangue

De acordo com a OMS, mais de 115 milhões de litros de sangue são doados anualmente, em todo o mundo.

Uma única doação pode salvar até 4 pessoas.

No entanto, mais da metade das doações são feitas em países desenvolvidos.

No Brasil, apenas 1,6% da população realização a doação de sangue de maneira periódica. Isso representa 16 a cada 1 mil pessoas.

Por outro lado, 3,5 milhões de brasileiros passam por transfusões, todos os anos.

Sendo assim, diversas campanhas de doação são realizadas por várias entidades, governamentais e privadas.

Segundo uma reportagem especial do portal Observatório 3, mesmo empresas como o Google participam do incentivo a doação de sangue.

Mitos sobre a doação de sangue

Entre muitos fatores que desencorajam as pessoas a doar sangue, um dos principais motivos são os mitos sobre esse procedimento.

Por isso, confira alguns dos principais enganos sobre a doação de sangue.

Doar sangue prejudica a saúde

O organismo repõe o sangue doado em poucas horas. Além disso, a quantidade retirada respeita o peso e a altura do voluntário.

Dessa forma, não apresenta prejuízos para a saúde, de nenhuma maneira.

Mulheres menstruadas não podem doar sangue

O sangue doado é diferente do sangue descartado em menstrução. Além disso, o volume representa menos de 10% da reserva do organismo.

Por isso, mulheres menstruadas não irão experimentar fraqueza ou quaisquer problemas ao doarem sangue.

Quem tem tatuagem não pode doar sangue

Pessoas que realizaram procedimento de tatuagem ou colocação de piercing podem doar sangue normalmente.

O recomendável é aguardar de seis meses a um ano antes de realizar o procedimento.

Doação engrossa o sangue

A doação não engrossa, nem afina o sangue. O plasma é reposto no mesmo volume, e não apresenta alterações no organismo.

Além disso, esse processo não engorda nem emagrece o voluntário.

Quem teve dengue não pode doar sangue

Entre três e seis meses, o organismo desenvolve antivirais que impedem que as infecções sejam passados por transfusão.

Inclusive, pessoas com doenças autoimunes já podem doar sangue. É preciso estar com a disfunção controlada. O uso dos medicamentos não interfere no procedimento.




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